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Como abrir um negócio em família

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Se você quer realmente se dar bem com um negócio com a família, com certeza você deve ler essas dicas.

Dicas de especialistas para quem já montou ou está pensando em abrir um negócio em família

Ao abrir um negócio próprio muita gente pensa em ter como sócio o irmão, a prima ou o tio – afinal, você os conhece e tem confiança nessas pessoas. Um parente na sociedade de um negócio tem suas vantagens, mas a situação pode se transformar num grande problema se a administração da empresa não for feita de forma adequada.

Segundo Milton Fumio, consultor do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) de São Paulo, para abrir um negócio de sucesso entre parentes é importante definir bem as funções e tarefas de cada um. ”Deixe claro quem vai cuidar da parte administrativa, comercial, financeira, produção, como vai ser a remuneração de cada sócio e o horário de trabalho”, aconselha.

Lembre-se também de que é preciso ter transparência para amenizar possíveis conflitos, já que alguns desentendimentos sempre vão surgir. Transparência foi a chave do sucesso para Claudete Pereira Secolo, de Santo André, que comprou uma van para fazer transporte escolar em sociedade com seu irmão. ”Ele entrou com o capital inicial e, como morava nos Estados Unidos, eu dirigia o veículo e administrava o caixa, dividindo lucros e despesas igualmente. Nunca tivemos problemas”, conta. Confira as dicas dos especialistas para fazer com que sua sociedade com parentes resulte em um empreendimento próspero.

1. Escolha o parente certo
Contenha seu entusiasmo e euforia iniciais, e escolha um parente que realmente irá auxiliá-la a prosperar. Não chame alguém para ser sócio só porque está desempregado ou tem um dinheirinho para investir, mas não conhece nada do empreendimento. Profissionalize-se desde o início.

2. Defina horários e responsabilidades
Mesmo que seu sócio seja seu pai ou sua filha, um negócio entre parentes não pode ser encarado como um emprego que proporcione mais liberdade e menos obrigações. Qualquer empreendimento requer muito esforço na fase inicial.

3. Transparência sempre
É preciso prestar contas de tudo, sim. Cada compra, venda ou contratação de serviços deve ser feita às claras, com apresentação de notas fiscais e de comum acordo entre as partes.

4. Deixe o restante da família fora
Seu sócio é seu irmão? Então, se acerte diretamente com ele. Ambos devem deixar de lado a opinião – e cobrança – de esposa, genros, cunhados e filhos sobre quem trabalha ou ganha mais. Se algo a incomoda, fale direto com seu sócio, não reclame com outros membros da família.

5. Não misture pessoa física e jurídica
Você ou seu parente não podem confundir a pessoa com a empresa. Nunca utilize dinheiro do caixa da empresa para pagar despesas pessoais. Essa prática prejudica a contabilidade de seu negócio e gera uma confusão que pode arruinar a empresa e a harmonia familiar.

6. Conheça o mercado
Quanto mais você ou seu sócio conhecerem sobre a área em que pretendem atuar, menos erros irão cometer. Informe-se ao máximo sobre esse mercado e veja quais são as principais expectativas do público em relação a esse serviço.

7. Planeje sua empresa
Não importa se é uma lanchonete, uma lavanderia ou uma pet shop. Planeje cada passo antes de investir suas economias. Faça uma pesquisa na vizinhança para ver se há demanda pelo serviço, escolha o melhor ponto e ofereça diferenciais, para não ser mais uma na redondeza.

8. Fuja do negócio ”da moda”
Não pense em abrir um negócio que todo mundo está montando porque ”deve ser lucrativo e eu vou ganhar também”. Depois do boom, a mortalidade dessas empresas tende a ser ainda maior. Mostre outras opções de comércio a seu parente.

9. Aprenda a lidar com números
Se seu sócio não tem interesse ou afinidade com os números, empenhe-se nessa parte e designe outra função para ele. Desinteresse pela parte financeira significa descontrole nas contas e prejuízo.

10. Tem que gostar e saber fazer
Procure um negócio que você goste e no qual possa aproveitar sua bagagem, transformando seu conhecimento pessoal em um diferencial de mercado. Só não vale confundir hobbies com saber fazer. Afinal, sua prima pode fazer bolos ótimos, mas daí a abrirem uma doceria há uma grande distância.

11. Invista em qualidade
Economizar é bom, contudo, é preciso ser criteriosa na hora do corte para não comprometer fatores prioritários, como a qualidade do produto. Não há como fazer uma empresa crescer sem gastar e os sócios devem equilibrar a equação: a necessidade de economia e o indispensável para investir.

12. Fique de olho na concorrência
O mercado hoje é muito rápido e dinâmico. Você deve saber como o concorrente está se comportando para inovar antes dele. Converse sempre com seu sócio sobre possíveis inovações.

Se você gostou da matéria comente no meu Face ou Twitter, ou até mesmo compartilhe de alguma forma e me conte! Abraço Celso.

Fonte: M de Mulher

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