Use a internet a seu favor no vestibular

Uma das ferramentas mais usadas pelos jovens é a internet. Além de estar presente em grande parte das residências e escolas, a tecnologia favorece para que as informações da rede estejam acessíveis na palma da mão, por meio de tablets e smartphones. Sem desmerecer o valor que tem um livro e a importância da leitura, a internet pode ser uma grande aliada na hora de se preparar para vestibulares e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A principal vantagem da internet nos estudos é poder acessar em tempo real o que acontece no mundo, pois boa parte dos exames cobra tema ligados a acontecimentos recentes. Por isso, usar a internet para entender sobre os assuntos que pautam os principais noticiários representa uma vantagem no preparo para as provas de vestibulares.

Simuladospc

Outra maneira recomendada de estudos é por meio da realização de exercícios para facilitar a aprendizagem dos conteúdos. Boa parte das escolas realiza simulados com provas que se assemelham muito com as do Enem e de vestibulares. Esse tipo de atividade pode ser encontrada na internet também.

No Brasil Escola, por exemplo, é possível selecionar a quantidade de questões para cada tema e, ao final, o site faz um balanço do número de respostas certa e erradas. As perguntas que constam na nossa base de dados foram tiradas das provas dos principais vestibulares do Brasil.

Videoaulas

É comum encontrar na internet professores que oferecem dicas em canais de vídeos. Muitas aulas têm conteúdo liberado e podem ser acessadas sem nenhum custo. No entanto, alguns canais são de acesso restrito e os estudantes devem pagar uma taxa para assistir às videoaulas.

Esse tipo de conteúdo pode ser encontrado em sites de cursinhos ou até mesmo nas redes sociais. O Brasil Escola também tem seu canal de vídeos que transmite aulas, algumas vezes ao vivo, e disponibiliza conteúdos ministrados por professores de diversas disciplinas e de forma gratuita.

Rede Sociais

Usada para expor atividades do cotidiano, as redes sociais podem ajudar muito na preparação para o Enem. Por meio dos contatos na internet é possível trocar informações sobre as provas e pegar dicas de estudos com quem já realizou o exame para o qual está se preparando. Assim fica fácil de conhecer a avaliação e até diminuir a ansiedade nos dias que antecedem a aplicação.

Em algumas páginas das principais redes sociais são publicados links, vídeos, imagens e outras mídias com dicas de estudos. Mas é preciso usar com cautela, pois aplicativos, jogos e chats disponibilizados podem tirar o foco do estudante

Fonte:UOL

Aprenda a fazer conexões profissionais

Às vezes, a pessoa que vai conectar você a um trabalho pode ser encontrada nos lugares mais inesperados.peoples

Ser contratado através de uma indicação é o melhor jeito de conseguir um emprego. Empregadores amam recomendações, já que o candidato já vai ter noções da companhia antes de se oferecer para o cargo. Para isso, você precisa ter uma sólida rede de contatos, principalmente no início da carreira. As pessoas mais inesperadas podem ajudar você a encontrar um novo emprego.

Existem dois tipos de conexões que ajudam você nessa tarefa: as conexões profissionais e pessoais. Existem também as que cruzam esse aspecto, como colegas de faculdade. Procurar online e manter uma rede de contato funciona, mas lembre-se que são pessoas que contratam pessoas.

Encontrar essa indicação só exige uma coisa: fale com as pessoas. Estranhos em aeroportos, parques, trabalhos voluntários e outros lugares como esses são excelentes contatos inesperados. Seu feed nas redes sociais também é uma ferramenta poderosa. Amigos podem postar sobre a abertura de vagas, você só precisa ficar atento.

A seguir, veja como se conectar pessoalmente:

1. Seja conversador.

Comprimente todo mundo que você conhece e algumas das pessoas que você não conhecer. Um simples olá, acompanhado de um sorriso já é capaz de começar uma conversa.

2. Fale sobre ele.

Não comece falando de você e do emprego que você quer achar. Fale sobre o que vocês têm em comum, sobre a família dele, sobre uma série. Em algum ponto da conversa pergunte qual o emprego da outra pessoa. Ou se você já sabe, pergunte como vai o trabalho. Assim, o diálogo segue no rumo de carreiras e uma oportunidade pode surgir.

3. Esteja preparado.

Em algum ponto a conversa vai ser sobre você, e esse é o momento apropriado para falar sobre você e a vaga que você quer achar. Já tenha um discurso pronto, com informações básicas e sucintas como onde você quer chegar na sua carreira.

4. Tenha seu contato fácil.

Caso apareça uma chance, tenha seu telefone, e e-mail a ponta da língua. A última coisa que você quer é ser difícil de encontrar.

5. Mantenha contato com essas pessoas
Além de construir suas conexões pessoais, não se esqueça das conexões feitas no trabalho. É fácil ficar conectado através e-mail e redes sociais. E eles funcionam, mas sempre que possível procure encontrar pessoalmente os seus contatos profissionais.Os seus contatos pessoais são mais fáceis de atingir e você deve aproveitar isso. Dar para receber é sempre uma boa ideia. Ofereça conselhos sempre que possível, assim você se mantém na mente das pessoas de forma positiva. É muito mais provável que você receba ajuda depois de ajudar.

Fonte: Universia

 

 

MEC publicará portarias nesta semana que detalham reforma do ensino médio

O Ministério da Educação (MEC) vai publicar nesta semana uma série de portarias e resoluções que detalham pontos da reforma do ensino médio que ainda estão vagos ou precisando de regulamentação. A nova arquitetura desta etapa – considerada a mais problemática da educação básica brasileira – foi anunciada semana passada pelo presidente Michel Temmecer, por meio de Medida Provisória (MP), e ainda causa dúvidas na comunidade escolar.

Segundo fontes ligadas ao MEC, uma das portarias vai especificar os requisitos para a contratação de professores com `notório saber`, ou seja, aqueles não necessariamente graduados na área específica da disciplina, mas capazes de lecionar sobre o tema (exemplo: formados em Física, mas dão aula de Matemática). O texto deve exigir, entre outras condições, tempo mínimo de experiência no ensino da matéria afim.

Outra regulamentação se refere às ênfases que as redes estaduais poderão oferecer como conteúdo específico aos estudantes, a partir da segunda metade do ensino médio, de acordo com seus interesses profissionais. O MEC já havia dito que as escolas poderiam escolher entre ofertar as cinco opções (Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e ensino técnico), apenas algumas ou até mesmo nenhuma. O detalhamento também deve informar se poderão reunir `duas em uma`, juntando Matemática e Ciências da Natureza, por exemplo.

A MP que flexibiliza o currículo e fomenta a ampliação do ensino em tempo integral entrou compulsoriamente na pauta do Congresso Nacional e deve ser votada em até 120 dias. O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) é o mais cotado para assumir a relatoria da comissão mista formada para debater a medida. A presidência deve ficar com o deputado Alex Canziani (PTB-PR), que já coordena a Frente Parlamentar Mista da Educação.

Mesmo se aprovada, as redes não são obrigadas a adotar o novo modelo. Como o assunto vem sendo discutido há pelo menos dois anos pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), alguns Estados – como Goiás e Paraná – pensam em aplicar um projeto-piloto, considerando as ênfases, já no ano que vem. A maioria, no entanto, embora planeje ampliar o número de escolas de tempo integral, está cautelosa e prefere esperar pela definição da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) antes de implementar as demais mudanças. O MEC estima que a base esteja concluída em meados de 2017.

Estão previstos para começar já no mês que vem seminários para tratar do tema. De acordo com a MP, os alunos terão 50% do conteúdo alicerçados na BNCC. Os outros 50% serão flexíveis, mais alinhados à área de interesse do estudante – uma estratégia para desengessar o ensino médio e torná-lo mais atraente ao jovem, diminuindo a evasão escolar.

Fonte: UOL

Veja dicas para organizar as finanças em caso de desemprego

Não é recomendado depender somente da rescisão em tempos de crise.Corte em gastos mensais e pagamentos de dívidas devem ser prioridades.

Em tempoanalisadors de instabilidade econômica, é preciso pensar bem antes de gastar, principalmente em caso de perder o emprego. “No atual cenário, as empresas estão passando por uma série de dificuldades e reajustando seus custos. Nesse ajuste, os funcionários correm o risco de serem mandados embora”, diz o professor da IBE-FGV e doutor em finanças, Márcio Barros Souza.

De acordo com ele, apesar de todos os benefícios garantidos por lei aos trabalhadores, não é recomendado depender somente da rescisão em tempos de crise. Por isso, o especialista aconselha preparação e organização das finanças para não ser pego de surpresa em caso de demissão. Veja dicas do especialista:

Não dependa somente da rescisão
Em caso de demissão, é permitido retirar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mais 40% de multa rescisória paga pela empresa e ainda há alguns meses de seguro-desemprego. Segundo Souza, o dinheiro pode segurar as pontas e resolver as dívidas mais urgentes, mas não é uma garantia de estabilidade por muito tempo.

“O Fundo de Garantia normalmente é equivalente a um ano de trabalho. Se seu salário mensal é de R$ 5 mil e você trabalhou 10 anos, são R$ 50 mil. Somando mais 40% da multa, poderia chegar a R$ 70 mil, o que equivale a 15 meses de salário”, exemplifica.

Mas, segundo ele, receber a quantia na prática pode não ser a mesma coisa que na teoria. “O recomendável é utilizar a quantia para liquidar as dívidas e, fazendo isso, você se livra das contas, mas já perde alguns meses de vantagem”, diz.

Segundo o especialista, o ideal é pensar no FGTS como um reforço na reserva que você conseguiu juntar, não como a única solução para os meses em que estiver desempregado.

Organize suas finanças e crie uma reserva de segurança
“Tenha um planejamento financeiro para segurar as pontas por, no mínimo, mais 12 meses”, diz Souza. Essa estratégia, segundo ele, deveria ser praticada independente da situação do mercado. “O máximo que pode acontecer quando essa instabilidade econômica tiver acabado ou caso apareça logo outro emprego é que haverá um dinheiro extra para emergências ou para algum investimento”, argumenta.

De acordo com Souza, o segredo é encontrar um método de controle com o qual se adapte melhor, seja por uma planilha mais elaborada ou um aplicativo para celular que lembre de anotar os gastos.

Analise seus gastos e corte excessos
Quando começar o planejamento estratégico com o objetivo de criar a reserva, poderá visualizar melhor todos os débitos. “Esse é um bom momento para conseguir analisar se está gastando demais”, observa.

Para isso, ele recomenda começar o controle listando os gastos necessários, como aluguel, energia, telefone, compras mensais ou mensalidade escolar. E então encontrar os excessos de cada mês, que podem estar principalmente na fatura do cartão de crédito.

“A facilidade de uma compra parcelada acaba virando uma dívida para lidar por muitos meses. Assim, o cartão de crédito acaba sendo um veneno para esse planejamento”, diz.

Reconsidere os gastos necessários
Segundo o especialista, alguns desses excessos que precisam ser cortados podem estar nos gastos fixos mensais. Sendo assim, dificilmente percebe-se que o gasto está sendo maior em determinados quesitos.

“Sempre há um reajuste que pode ser feito. Desde o descarte daquele produto desnecessário que compra no supermercado até a escolha de escola com mensalidade mais barata que tem a mesma qualidade de ensino para o filho”, argumenta.

Livre-se das dívidas
Quem quer começar uma reserva de segurança deve ter como prioridade um planejamento para quitar todas as dívidas. Se tiver sucesso nessa primeira etapa, poderá aproveitar melhor a rescisão em caso de demissão.

“Enquanto existirem dívidas pendentes, o dinheiro que está entrando por seus meses de trabalho deve ser direcionado para os gastos necessários e os pagamentos das contas, começando pelas mais caras”, aconselha Souza.

Não faça mais prestações
O momento de instabilidade não é propício para fazer prestações caras e de longo prazo, principalmente quem está no perigo iminente do desemprego. Por isso, Souza recomenda que, já estando endividado ou não, o melhor é evitar mais compras e prestações.

Fonte: G1

 

Empreendedorismo universitário: 3 erros que você deve evitar

Quer ser um empreendedor e iniciar o seu próprio negócio? Veja 3 erros comuns que as pessoas cometem em suas startups e saiba como evitá-los.

Friends Studying Together

Grande parte dos jovens universitários tem vontade de iniciar o seu próprio negócio. Entretanto, alguns erros comuns e não óbvios podem acabar com esse sonho. Veja a seguir 3 erros comuns que você pode cometer e como evitá-los:

1 – Decidir os sócios e parceiros muito cedo
Antes de decidir quais serão os seus parceiros de negócio, tenha um período de teste. Veja se as suas ideias realmente são parecidas, se vocês podem trabalhar juntos e se a pessoa está tão animada quanto você para o empreendimento. Muitas empresas acabam não dando certo por desentendimento entre os donos.

2 – Não levar em conta o próprio instinto
Ninguém tem tanta vontade de que a empresa dê certo mais do que você. As outras pessoas e especialistas podem dar ótimos conselhos – entretanto, se você acreditar somente neles e não levar em conta o seu instinto, as coisas podem dar errado. É essencial que a sua empresa cresça se apoiando em suas próprias vontades.

3 – Nivelar por baixo
Muitos empresários, depois de um tempo, acabam se acostumando com metas mais simples e projetos menos inovadores. Não se contente com “bom” e sempre corra atrás do “ótimo”.

Fonte: Universia

Mudanças no ensino médio: a ideia é torná-lo mais atraente para o jovem

Segundo o MEC, novas regras preveem que aluno poderá definir currículo a ser estudado durante um ano e meio

Na quinta-feira (22), o Ministério da Educação (MEC) anunciou mudanças no currículo obrigatório dos três anos do ensino médio. Na medida provisória assinada pelo governo, português e matemática passam a ser os dois únicos componentes obrigatórios do período, que hoje conta com 13 disciplinas são obrigatórias.

Segundo ministro da educação,Mendonça Filho, o objetivo da MP é flexibilizar o ensino médio, que, segundo ele, é bastante engessado, e torná-lo mais atraente para o jovem. No entanto, os componentes que serão ensinados obrigatoriamente nesta etapa serão definidos na Base Nacional Comum Curricular, documento que prevê mudanças em todas as fases da educação básica e que deverá ser definido até 2017, segundo o ministério.

Na MP consta que metade da carga horária total do ensino médio, equivalente a 1,2 mil horas, será preenchida com conteúdos obrigatórios definidoestudantess na Base Nacional Comum. O restante da formação dos alunos será complementada de acordo com a área de interesse do estudante, correspondente à carreira que deseja seguir no ensino superior. Ao todo, ele contará com cinco opções de trajetórias: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. As quatro primeiras são iguais às segmentações feitas pela prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Em pronunciamento, o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Rossieli Soares, explicou que não haverá o fim de nenhum conteúdo ou disciplina. “Do que a Base Nacional definir, todas elas serão obrigatórias na parte da Base Nacional Comum: artes, educação física, português, matemática, física, química […]. A diferença é que quando você faz as ênfases, você pode colocar somente os alunos que tenham interesse em seguir naquela área. Vamos inclusive privilegiar professores e alunos com a opção do aprofundamento”, disse.

Disciplinas obrigatórias e não-obrigatórias

O secretário também comentou a polêmica que rodeava o fim da obrigatoriedade de disciplinas como artes e educação física no ensino médio. “Não está decretado o fim de nenhum conteúdo de nenhuma disciplina. Quando migrar para a Base Nacional Comum, lá estarão todos. A diferença é em quando você faz as ênfases […]. Não adianta continuar pensando que vamos ensinar tudo a todos, enquanto que as habilidades e as competências individuais de cada um de nós são diferentes”, conta.

No texto da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9.394/1996), está determinado o fim da obrigatoriedade do ensino de arte e de educação física no ensino médio. As disciplinas serão obrigatórias apenas no ensino infantil e fundamental. Outras disciplinas como filosofia e sociologia também deixarão de ser obrigatórias, mas estão garantidas na Base Nacional Comum e podem voltar a ter obrigatoriedade.

O inglês será o idioma obrigatório ensinado durante o ensino médio, com a possibilidade de as escolas lecionarem outras línguas estrangeiras de forma optativa. O novo cenário passará a valer 180 dias após a publicação da Base Nacional Comum, ou seja, não modificam o currículo atual.

Mais autonomia e flexibilidade

Com as mudanças propostas na MP, os estados passarão a contar com mais autonomia nas decisões referentes ao ensino médio. Além do ensino de idiomas, que poderá contar com uma língua estrangeira a mais, em caráter optativo, os sistemas de ensino poderão definir, por exemplo, um sistema de crédito, que permite ao aluno que interromper os estudos retomar o curso de onde parou, sem precisar cursar um ano inteiro novamente.

Além disso, o sistema de créditos poderá se estender até o ensino superior, após normatização do Conselho Nacional de Educação (CNE) e homologação pelo MEC. Neste cenário, o aluno que começar uma graduação ou curso técnico terá sua trajetória escolar avaliada para decidir se será necessário cursar disciplinas com conhecimentos e competências que já possui.

Aumento da carga horária

Com a reforma, a carga horária total do ensino médio passará a ser de 1,4 mil horas, tornando o ensino integral, com duração de 7 horas diárias. A expectativa do MEC é que essa mudança tenha início em 2018, após aprovação da MP no Congresso Nacional e conclusão da Base Nacional Comum. Não foi definido um prazo para que as redes de ensino comecem a aderir às mudanças, mas o cronograma do Plano Nacional de Educação (PNE) sugere a implementação do novo ensino médio até o ano de 2024.

Ensino técnico

Após cumprir o currículo obrigatório previsto na Base, os estudantes poderão optar por seguir sua trajetória na formação técnica. A mudança acontecerá dentro do período regular de aulas, sem a necessidade de cursar a modalidade integral. Além disso, as aulas poderão ser comandadas por profissionais sem formação acadêmica específica na área que lecionam. Segundo o secretário Rossieli Soares, isso não valerá para os demais conteúdos, somente para o ensino técnico.

Fonte: Universia