Estagnação é o principal motivo para mudar de emprego, aponta pesquisa

Levantamento feito pelo LinkedIn mostrou que a estagnação na carreira e a falta de desafios são as principais razões que levam os profissionais a mudarem de emprego no Brasil e no mundo.

Os principais motivos para a troca de emprego são: novos desafios e avanço profissional e mudança de carreira. Porém, como maior obstáculo, os candidatos veem o fato de não conhecerem como é trabalhar na empresa que está oferecendo a oportunidade.

Segundo a pesquisa, 39% dos candidatos brasileiros mudam radicalmente de empresa e carreira. Globalmente, esse número cai para 34%. As mulheres brasileiras são mais cautelosas na hora da mudança, representando 19%.

A pesquisa feita pela área de Soluções de Talentos da empresa buscou mapear o panorama do mercado de trabalho global sobre por que e como as pessoas mudam de emprego. A rede possui 350 milhões de usuários no mundo e 22 milhões no Brasil.

A diferença também é grande entre as gerações. Os millenials, de 18 a 35 anos, por exemplo, é a mais adepta às mudanças. Eles são 59% dos usuários da rede profissional. Pessoas da geração X, de 36 a 50 anos, representam 35% e a baby boomers, mais de 51 anos, apenas 6%.

Entre os brasileiros, 47% esperam uma contraproposta do contratante antigo, enquanto globalmente 49% não esperam por essa proposta. Geralmente, no novo cargo ou empresa 72% dos candidatos ganham mais que no último trabalho, mundialmente, são 74%.

No mundo

Um em cada três candidatos mudam de emprego e de carreira por completo, representando 34%. Já 66% apenas trocam de empresa e continuam a exercer a mesma função.

Outra novidade é que as grandes empresas estão perdendo talentos para as pequenas. Os candidatos estão migrando para organizações menores, principalmente, em busca de crescimento na carreira, além de um trabalho desafiador.

A compensação financeira na remuneração representa o segundo principal motivo para aceitar a nova oportunidade. São 54% dos profissionais que aceitam a proposta por causa da melhora dos rendimentos e benefícios.

A pesquisa mostra, também, que ao procurar por vagas de emprego há uma mudança de atitude conforme a geração do candidato. Por exemplo, pessoas com mais de 51 anos apostam nas recomendações de conhecidos dentro das empresas que estejam oferecendo as oportunidades. A geração X, de 36 a 50 anos, tem o hábito de contatar um headhunter, recrutador ou agência de empregos. Já as pessoas de 18 a 35 anos, recorrem à internet e sites de emprego para acharem os novos cargos.

Fonte: G1

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About Celso Jacob

Economista, professor e político, Celso Jacob. Sejam todos bem-vindos!

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