Correios: aumenta pressão por abertura de concurso

234Cresce a expectativa para que o novo concurso dos Correios  (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT) seja lançado ainda este ano. E para isso, sindicatos da categoria reivindicam a contratação de profissionais concursados. Unidades do Rio de Janeiro (São Gonçalo, Niterói, Maricá e Itaboraí) entraram em estado de greve em busca de novas melhorias. Os servidores da zona sul da cidade de São Paulo também querem mudanças e para isso ameaçam começar uma paralisação.
Em seu site, o Sintect/SP (Sindicato dos Trabalhadores da Empresa Brasileira de Correios Telégrafos e Similares de São Paulo, Grande São Paulo e zona postal de Sorocaba) criticou a falta de abertura de concurso mediante à falta de profissionais. O departamento de comunicação dos Correios informou que “a empresa está reavaliando todos os estudos relacionados ao quantitativo de vagas a serem preenchidas, bem como a necessidade de força de trabalho em cada localidade”.
Somente após o levantamento do número de vagas disponíveis é que a ECT deve recomeçar os preparativos para a contratação da banca organizadora e, então, lançar o aguardado edital.
Entenda o caso
A paralisação dos preparativos aconteceu quando o Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST) determinou que a ECT não ampliasse o seu quadro de pessoal, que deve ter no máximo 118.624 profissionais. No entanto, de acordo com a assessoria de imprensa dos Correios, atualmente a instituição conta com 118.220 empregados em seu quadro funcional. Ou seja, hoje a estatal pode contratar 404 funcionários – e este número pode aumentar, já que há servidores em processo de aposentadoria.
Uma das propostas analisadas pela empresa é a abertura de um processo seletivo com vagas para cadastro reserva. Dessa forma, assim que surgissem mais oportunidades, a ECT já poderia repô-las com os candidatos aprovados no concurso.
Defasagem de pessoal
Os Correios afirmam que o seu atual quadro não afeta a qualidade e a eficiência operacional. Apesar disso, sindicatos da categoria cobram a realização do concurso para que haja mais mão-de-obra e também para que sejam substituídos os profissionais terceirizados.
De acordo com o diretor do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Campinas e Região (Sintect/Cas), Mauro Aparecido Ramos, é necessário que seja aberto o mais rápido possível uma seleção. “Entre 2013 e 2014, por meio do processo de demissão voluntária, a ECT demitiu cerca de 7.000 funcionários em todo o país, sendo aproximadamente 400 na região de Campinas/SP”, explicou o sindicalista, ao dizer que tais postos vagos ainda não foram preenchidos, pois o último concurso ocorreu em 2011.
Fonte: JC Concursos
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About Celso Jacob

Economista, professor e político, Celso Jacob. Sejam todos bem-vindos!

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