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Aprenda de graça na internet 5 dos idiomas mais falados do mundo

Segundo publicação do blog Novos Alunos, do SEB (Sistema Educacional Brasileiro), o número total de línguas faladas no mundo é de 6.912. Muitas, não? Entre os dez idiomas mais falados estão o mandarim (1.051 milhões de falantes); o inglês (545 milhões); o espanhol (450 milhões); o árabe (246 milhões); e o francês (130 milhões).

Importante considerar, ainda de acordo com o Novos Alunos, o número de países em que um idioma é falado, além do total de falantes nativos. Línguas como o hindi (565 milhões) e o bengalês (171 milhões) estão na lista das mais faladas, porém, não significa que é vantajoso aprendê-las.

Veja bem: o espanhol é usado em 31 países, o mandarim em 35, o francês em 53, o árabe em 58 e o inglês em pelo menos 106 países! Dessa forma, quem fala esses idiomas pode acabar abrindo muito mais portas mundo afora do que quem aprende línguas de uso mais restrito. Confira abaixo dicas de como aprender na internet:

1. Mandarim (China, Malásia e Taiwan)

Liao Si, a Sisi, professora de chinês que vive há quatro anos no Brasil, criou um canal no YouTube para ensinar mandarim de maneira divertida e totalmente de graça.

2. Inglês (EUA, Reino Unido, partes da Oceania)

Selecionamos nove canais sensacionais do YouTube com professores que ensinam inglês de forma descontraída e didática.

3. Espanhol (Espanha e Américas)

A Univasf (Universidade Federal do Vale do São Francisco), no Pernambuco, oferece um curso on-line e totalmente gratuito para os interessados em aprender a falar espanhol.

4. Árabe (Oriente Médio, Arábia, África do Norte)

O professor Jihad M. Abou Ghouche tem um canal em que ensina árabe do básico.

5. Francês (França, Canadá, oeste e centro da África)

Selecionamos sete canais incríveis de professores de francês no YouTube. Conheça todos aqui.

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Como a inteligência emocional pode influenciar no desenvolvimento profissional

O mercado de trabalho tem exigido a presença de profissionais habilidosos socialmente. As empresas esperam, além de profissionais bem qualificados tecnicamente, os que possuem diferenciais, que são capazes de lidar com suas próprias emoções, de lidar com situações de pressão e conflito e que saibam se relacionar com as diferentes pessoas.
Ou seja, o que se espera são profissionais com inteligência emocional, que nada mais é que a capacidade de entender e gerenciar as emoções de maneira positiva, comunicar-se de forma eficaz, ser empático com os outros, superar desafios e resolver conflitos. Se você tem uma alta inteligência emocional, será capaz de reconhecer o seu próprio estado de emoções e o dos outros, usar essa compreensão e entender como isso afeta seus pensamentos e comportamentos para se relacionar melhor com as pessoas e obter sucesso no trabalho.

Mas, por que a inteligência emocional é tão importante para o desenvolvimento profissional? Segundo estudos realizados na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, 15% dos nossos resultados estão ligados ao nível de desenvolvimento técnico. Os outros 85% estão ligados a questões de habilidades e atitudes. Ou seja, questões comportamentais ou sobre como aplicamos aquilo que sabemos.

E é possível desenvolver a inteligência emocional para que se possa produzir mais e melhor porque a inteligência emocional está muito relacionada à maneira como a pessoa se posiciona diante da vida, a maneira como lida com as situações sob pressão, como consegue equilibrar suas emoções para se relacionar com outras pessoas.

E a inteligência interpessoal tem a ver com essa habilidade no trato com a equipe. Vivenciei uma história de uma executiva que fez o treinamento de alta performance. Ela ocupava uma posição de gerência e, portanto, tinha que falar em público. Porém, a inteligência emocional dela nesse quesito específico era problemática, porque ela tinha muita dificuldade de falar em público. Se sentia emocionalmente frágil. E o que aconteceu foi que dentro de um processo em que ela se sentiu mais segura, aos poucos foi ganhando autoconfiança, se desenvolveu emocionalmente.

E hoje fala tranquilamente em público. O resultado não poderia ter sido melhor. No final desse processo de desenvolvimento, ela aceitou um desafio que jamais pensou anteriormente: fazer uma palestra no Chile para mais de 200 pessoas, sobre a sua área de atuação. A evolução na inteligência emocional foi muito grande. E isso acabou trazendo muitos benefícios para a carreira dela.

Isso significa que quanto melhor a pessoa se expressa em público, mais consegue liderar seu grupo. Mas é bom frisar que a pessoa precisa ter disposição. E entenda que isso é importante para sua carreira e vida.
E mais importante: é preciso fazer o desenvolvimento com empresas e profissionais que tenham competência comprovada em desenvolver esse tipo de trabalho.

*Eduardo Mendes é sócio do grupo Master Mind Brasil, que tem como missão fazer com que os participantes se destaquem em suas atividades profissionais e pessoais.

Dicas essenciais para quem sonha estudar no exterior

Estudar fora do país é o sonho de muitos jovens. Se você é um deles, confira as dicas do blog Novos Alunos, do SEB (Sistema Educacional Brasileiro), e saiba como proceder em relação à burocracia e aos custos envolvidos para entrar em uma faculdade no exterior.

Estudar fora do país é o sonho de muitos jovens e também de seus pais, afinal de contas se trata de uma excelente oportunidade para expandir os horizontes profissionais e pessoais. Mas como ajudar seu filho a cursar uma faculdade no exterior? Como proceder em relação à burocracia e aos custos envolvidos nessa empreitada?

Quando surge a possibilidade de estudar em outro país, é comum que as pessoas foquem mais no que ela representa do que nas medidas que precisam ser tomadas para viabilizá-la.

Se você quer saber que tipo de planejamento é necessário para ajudar seu filho a cursar uma faculdade no exterior, está no lugar certo! Neste post vamos revelar o que você precisa fazer antes de se despedir de seu filho no aeroporto.

1. Faça um planejamento financeiro
Independente do destino, é importante saber que as universidades lá fora custam caro. Não é à toa que, em países como os Estados Unidos, os pais economizam por anos para que seus filhos possam cursar uma graduação e obter um diploma.

Se seu filho conseguir uma bolsa de estudos, ótimo. Caso contrário, será necessário projetar diferentes cenários e traçar uma estratégia. Você pode optar por aplicar um montante X em ações e obter altos rendimentos ou poupar um pouco todo mês até juntar a quantia certa. Em ambos os casos, é preciso começar a economizar cedo.

Outra opção é pegar um empréstimo com seu banco ou com a instituição conveniada à universidade. Geralmente, os juros dessas operações são baixos e você terá bastante tempo para quitá-las.

Pense desta forma: estudar fora é um investimento de longo prazo, que facilitará enormemente o ingresso e ascensão de seu filho no mercado de trabalho, mas que exige um planejamento financeiro que também deve ser feito em longo prazo.

2. Garanta que seu filho domine o idioma
Para que uma graduação no exterior seja viável, é necessário que seu filho seja proficiente na língua em que as aulas serão ministradas. Se o país escolhido for a Inglaterra, por exemplo, ele precisa ter um nível fluente de inglês.

Para conseguir isso, é necessário investir em um curso de idiomas ou matriculá-lo em uma escola bilíngue desde cedo. Fazendo isso, ele provavelmente deve ter alcançado o nível intermediário ao ingressar no Ensino Médio, e irá aprofundar seus conhecimentos da língua cada vez mais. Só assim ele conseguirá dar conta das demandas acadêmicas quando estiver na universidade estrangeira.

Uma dica: crianças têm uma facilidade imensa de aprender outros idiomas. Como várias escolas oferecem ensino bilíngue na modalidade infantil, não hesite na hora de matricular seu filho.

3. Informe-se sobre os critérios de admissão
Cada universidade tem um processo de seleção único, geralmente baseado na legislação que regula a educação no país. Em algumas delas, é preciso apresentar um pré-projeto, em outras o estudante deve passar em testes de aptidão e apresentar cartas de recomendação. Você e seu filho precisam fazer disso um projeto e descobrir o que é necessário para ser admitido.

Em termos de burocracia, por exemplo, é preciso descobrir quais documentos precisam ser traduzidos, quais são os prazos etc. Pesquise o site da universidade, leia feedbacks de ex-alunos, entre em contato com o departamento do curso e tire suas dúvidas. Enfim, é preciso assumir uma postura proativa e buscar o máximo de informações.

Um critério padrão para estudantes estrangeiros é obter uma pontuação mínima em um teste de proficiência no idioma local. Para os países de língua inglesa, por exemplo, há uma variedade desses exames (TOEIC, TOEFL, IELTS etc.), então é preciso saber qual deles é aceito pela universidade pretendida.

Obter um resultado satisfatório em qualquer um desses testes é um grande desafio, então seu filho precisa estar comprometido e se dedicar a alcançar esse objetivo.

4. Prepare-se para lidar com a burocracia
Não se engane, a burocracia existe em qualquer lugar. Para não ser pego desprevenido e perder prazos por conta dela, informar-se é muito importante.

É preciso providenciar traduções juramentadas de documentos, comprovar renda, autenticar histórico escolar e conseguir cartas de referência (algo que não é tão comum aqui no Brasil). Caso seu filho não seja cidadão do país destino, é necessário também providenciar os detalhes para a emissão do visto de estudante.

Esses detalhes incluem uma autenticação que só a universidade pode emitir (na Inglaterra, por exemplo, essa autenticação é chamada de CAS – Confirmation of Acceptance for Study). Dependendo do país, é preciso solicitar o visto aqui no Brasil e apresentar uma vasta documentação para embasar seu requerimento.

E não se esqueça de que o ano letivo em muitas regiões do globo tem início nos meses de Agosto/Setembro, então é preciso providenciar os documentos com o máximo de antecedência.

5. Considere contratar uma agência de intercâmbio
Uma opção que vai ajudá-lo na hora de solicitar o visto é contratar os serviços de uma agência de intercâmbio. Essas empresas são especializadas em facilitar os processos de agendamento com as embaixadas, providenciando suporte e aconselhamento (inclusive agendando as entrevistas).

Se seu filho quiser morar com uma host family, o acompanhamento e as dinâmicas que eles oferecem são especialmente válidos. Ficar imerso em outra cultura, em outro idioma e longe da família podem ser grandes obstáculos. Então do ponto de vista psicológico é interessante contar com a expertise de quem já vivenciou esse momento e lida com ele diariamente.

Além disso, essas agências providenciam uma lista de todos os documentos necessários para ter sua solicitação de visto aceita no menor tempo possível.

6. Prepare-se para os trâmites de validação do diploma
Uma vez que seu filho conquistou um diploma lá fora, chegou a hora de validá-lo aqui no Brasil. Saiba desde já que o processo de reconhecimento de títulos é regulamentado pelo Ministério da Educação (MEC) e costuma levar algum tempo (no mínimo seis meses).

Em geral, apenas universidades federais podem fazer esse reconhecimento. E é bom estar preparado, pois a legislação muda com frequência e a lista de documentos necessários também.

De qualquer forma, uma faculdade no exterior é o passaporte que seu filho precisa para um futuro repleto de oportunidades de crescimento e reconhecimento, seja no Brasil ou em outros países. Quer saber mais sobre as portas que uma educação bilíngue, com um currículo internacional, pode abrir para seu filho?

Fonte: Novos Alunos

Poderosas técnicas de memorização para concursos

Você passa o dia inteiro estudando e tem a impressão que não se recorda de nada (ou quase nada) no dia seguinte? Ou então chega na hora da prova e você tem aquele famoso “branco”? Já tentou diversos métodos de estudo e nenhum fez com que sua memória tivesse melhores resultados?

Bom, fique tranquilo porque isso é bastante comum entre muitos concurseiros. E o melhor de tudo é que é sim possível você melhorar a sua memória e ter um desempenho melhor nos estudos.

Antes de entrar nas dicas, me diga: você já ouviu falar na Curva do Esquecimento? Um estudioso chamado Hermann Ebbinghaus desenvolveu a tese de que o cérebro humano começa a esquecer o conteúdo assim que para de estudar ele. Basta apenas algumas horas para que você esqueça uma grande parte da matéria estudada e vá esquecendo o restante de forma gradativa após alguns dias, semanas e meses. Isso quer dizer que você esquece muita coisa logo após estudar e ao longo dos dias seguintes vai esquecendo de forma mais lenta.

Por isso, neste texto você vai conhecer 5 técnicas de memorização infalíveis para você estudar para concursos públicos.

Técnica da Explicação
Um erro comum entre os concurseiros é simplesmente acreditar que um conteúdo estudado está realmente assimilado e compreendido. Isso não é necessariamente verdade. Muitas vezes acreditamos que sabemos, mas isso é apenas uma ilusão do nosso cérebro.

Albert Einstein dizia que você só entendia realmente um conteúdo se pudesse explica-lo para uma criança de seis anos. Ou seja, você teria que saber explicar de forma simples e em poucas palavras.

A teoria dele é muito simples e verdadeira: se você não consegue explicar a matéria é porque no mínimo você não sabe o suficiente. Por isso, procure sempre tentar explicar a outra pessoa (ou até “a você mesmo”) a matéria que você está estudando.

A Técnica da Explicação é uma ótima forma de memorização porque quando você explica algo você está criando novas conexões neurais e isso ajuda o seu cérebro a fixar ainda mais as informações, pois o seu cérebro vai guardar em outros locais da mente aquilo que estava somente em uma parte dele.

Revisões
Tem muito concurseiro que acha que o importante é só estudar, estudar e estudar. Eles não dão a importância necessária às revisões e não levam em consideração um fator muito importante que é a curva do esquecimento.

À medida que o tempo passa nós vamos deixando de lado muitos conteúdos que vimos e se você não revisar o que aprendeu, pode ser que depois de um tempo apenas uma parte ínfima da matéria ainda esteja na sua mente. É por isso que logo depois de estudar algum assunto especifico você consegue lembrar-se de praticamente tudo sobre ele. No entanto, no dia seguinte, se lhe for perguntado novamente é provável que você já não se lembre de muita coisa. Depois de uma semana, se você não fizer nenhuma revisão é provável que grande parte do conteúdo tenha sido “varrido” do seu cérebro.

Por isso é tão importante que você revise as matérias que estudou. Você pode tanto separar um dia na semana somente para revisar os conteúdos, como pode também fazer isso diariamente. O ideal é: se você estudou um conteúdo na segunda-feira, no dia seguinte (ou seja, 24 horas depois), você vai, além de estudar uma nova matéria, rever o que aprendeu no dia anterior. Depois, fazer uma segunda revisão sete dias depois e, para concluir, mais uma revisão após 30 dias.

Fichas
Você já entendeu a importância da revisão, né? Só que um erro que muita gente ainda comete é pensar que revisar é o mesmo que estudar tudo de novo. Não é bem assim. Dessa forma você não estará otimizando o seu tempo.

Muita gente tem o costume de resumir e isso é muito interessante. Mas tem que ser um resumo mesmo. Se você simplesmente pegar o que está no livro e colocar no caderno você estará somente copiando.

Uma boa maneira de você revisar conteúdos é através de fichas. Nelas você vai colocar as palavras-chave ou o tema central daquilo que você aprendeu e isso vai te ajudar a relembrar todo o conteúdo da matéria.

Você pode até unir essa técnica à outra já falada nesse texto, usando suas fichas como base para fazer suas explicações, seja para você mesmo ou para outras pessoas.

Flash Cards
Acontece muito durante uma prova de olharmos a questão, lembrarmos que estudamos aquilo, mas simplesmente não sabemos a resposta.

Para acabar com esse problema, uma solução simples podem ser os flash cards, que são pequenos cartões usados para estudos e memorização. De um lado do cartão você vai colocar uma pergunta sobre algo que você estudou e do outro lado você vai colocar a resposta certa.

O legal dessa técnica é que você deve responder a pergunta antes de virar o cartão. Se você acertar a resposta, significa que você já tem um bom domínio sobre tal assunto e, por isso, precisa revisar menos vezes esse cartão. Agora, se você errar a resposta, significa que amanhã você já deve tentar responder o mesmo cartão. Assim você vai medir o conteúdo que aprendeu e vai melhorando seu desempenho.

Um programa de computador que imita a funcionalidade dos flash cards é o Anki. Você vai colocar a pergunta e a resposta dentro do software. Ele mesmo vai te dar um limite de perguntas que você deve responder por dia. Dependendo de como você responder, você pode colocar o card para ser feito novamente no dia seguinte, ou para daqui a três dias, por exemplo.

Depois que você responder o mesmo cartão várias vezes ficará cada vez mais distante o tempo entre uma revisão e outra, pois esse conteúdo já estará na sua mente.

Essa técnica trabalha com método das repetições espaçadas. Dessa forma você respeitará a sua curva do esquecimento e conseguirá reter muitos conteúdos.

Resolva questões
Quando mais abstrato está um assunto em nosso cérebro, mais complicado é para que possamos retê-lo. Por isso, é importante que você deixe o seu conhecimento o mais concreto possível. Para isso, você pode resolver o máximo de simulados e questões possível. Dessa forma o seu cérebro vai guardar de maneira muito mais eficiente as informações. Além disso, simulados são uma ótima maneira de você conseguir testar os seus conhecimentos e descobrir como está o seu nível de aprendizado.

Essas foram algumas técnicas para você melhorar sua memória e conseguir resultados incríveis em concursos públicos, aumentando assim as suas chances de conseguir a tão sonhada aprovação! Um abraço e bom estudos!

Thiago Cabral é auditor-fiscal do Estado de Santa Catarina, coach e professor do Estratégia Concursos

Google lança 18 especializações gratuitas com aulas em português

A chegada de uma nova versão do Primer, aplicativo gratuito de capacitação com lições de negócios e marketing digital, foi anunciada pelo Google e já pode ser utilizada por todos os brasileiros interessados!

“Redes Sociais”, “Planejamento de Negócios”, “Construção de Marca”, “Vídeo Marketing”, “Marketing Digital”, “Analytics” e “Comunicação com o Cliente” são algumas das 18 especializações disponíveis.

O usuário que concluir quatro lições dentro de um mesmo tema vai receber o título da especialização estudada. As aulas são elaboradas em parceria com especialistas do Google ou com base em estudos de casos de grandes empresas.

 Nesta versão, o aplicativo reúne 127 aulas em português, com média de cinco minutos de duração cada. A aprendizagem é feita de forma prática e rápida, além disso, o material também fica disponível off-line. A ferramenta pode ser baixada gratuitamente em aparelhos iOS e Android.

Confira todas as especializações do app:

1. Planejamento de Negócios

2. Vendas

3. Construção de Marca

4. Engajamento

5. Sites

6. Comunicação com Cliente

7. Redes Sociais

8. Gerenciamento de Negócios

9. Marketing Digital 1

10. Marketing de Conteúdo

11. Analytics

12. Insights

13. Empreendedorismo

14. Mobile Marketing

15. Vídeo Marketing

16. Marketing Digital 2

17. Experiência do Usuário

18. Gerenciamento de Agências

Fonte: Catraca Livre

Brasileiros podem entrar em mais de 100 países sem visto

Planejando uma viagem ao exterior? O primeiro passo é verificar se o país escolhido exige visto de entrada. Países pertencentes ao Mercosul, União Europeia, além de México, Rússia, Israel e Reino Unido, dispensam a emissão do visto de turista para brasileiros.

Entretanto, em muitos casos, é necessário planejar a solicitação e retirada do visto com antecedência, já que os prazos podem variar de acordo com critérios e exigências determinados por cada país.

Antes de embarcar, é importante certificar junto à Embaixada ou Consulado do país de destino quais os requisitos de entrada. O turista também deve verificar qual o tipo de visto (turismo, estudo ou trabalho) se enquadra ao objetivo da viagem.

Exigências

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, não é permitido ao brasileiro que queira trabalhar ou estudar no país de destino viajar com o visto de turista. Neste caso, o passageiro poderá ser preso ou até mesmo deportado.

Também é importante que o turista tenha em mãos os endereços e telefones das Embaixadas e Consulados brasileiros no seu país de destino. Em caso de dificuldade, não hesite em contatá-las.

Vale ressaltar que, embora alguns países não exijam visto para turistas brasileiros, a dispensa não serve para quem for estudar ou trabalhar.

Confira aqui a abaixo a lista com alguns dos países que exigem o visto de turista para brasileiros e algumas orientações para facilitar os trâmites antes e durante a viagem.