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Brasil tem 4 universidades no ‘top 10’ de ranking da América Latina

Brasil tem quatro universidades no ‘top 10’ do ranking QS da América Latina edição 2018. Quem lidera o ranking é a Pontíficia Universidade Católica do Chile, seguida da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que pela primeira vez ultrapassou a Universidade de São Paulo (USP), classificada em terceiro lugar. A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ficou em sétimo lugar, e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em décimo.

Segundo o diretor de pesquisa da QS, Ben Sowter, as instituições brasileiras dominam o levantamento como um todo, já que, das 385 universidades que foram ranqueadas, 83 são nacionais. “Outras escolas de ensino superior do Brasil também ficaram mais próximas do top 10, como a Universidade Federal de Minas Gerais, que passou do 14ª para o 11ª lugar, a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, da 15ª para a 13ª, e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul, da 16ª para a 14ª posição”, diz Sowter.

O ranking é baseado em uma metodologia que avalia o desempenho de cada universidade em sete indicadores, incluindo citações em artigos acadêmicos, reputação acadêmica e reputação entre empregadores.

Veja a lista das dez melhores no QS América Latina 2018

Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC)
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
Universidade de São Paulo (USP)
Universidade Nacional Autônoma do México (Unam)
Instituto Tecnológico de Estudos Superiores de Monterrey
Universidade do Chile
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Universidade dos Andes
Universidade de Buenos Aires
Universidade Estadual Paulista (Unesp)

Fonte: G1

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MEC prorroga prazo de aditamento de contratos do Fies do 2º semestre

O Ministério da Educação prorrogou para o dia 20 de novembro o prazo para aditamento de renovação semestral dos contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) firmados no segundo semestre de 2017. A data foi publicada em portaria do Diário Oficial da União.

A medida vale para os contratos simplificados e não simplificados.

O aditamento deve ser feito por meio do SisFies disponível no site do MEC e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, nos endereços www.mec.gov.br e www.fnde.gov.br.

Fonte: G1

Concurso TRT/RJ: em fase de escolha da banca

O novo concurso público que será realizado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região, no Rio de Janeiro (TRT/RJ), já está em fase de escolha da banca organizadora. A expectativa é de que isto seja definido no decorrer das próximas semanas para que a publicação do edital de abertura de inscrições ocorra até o início de 2018. Além da contratação da empresa, a liberação do certame também depende ainda da confirmação da oferta de vagas. De qualquer forma, já está certo que a seleção será para os cargos de técnico e analista judiciários em diversas áreas de atuação.

O concurso está autorizado desde 6 de abril, quando também foram nomeados os membros da comissão.

Para concorrer ao cargo de técnico é necessário possuir ensino médio, enquanto para analistas, a exigência é de nível superior. As remunerações iniciais são, respectivamente, de R$ 7.260,41 a R$ 8.308,17 para técnicos, variando de acordo com a área de atuação; e de R$ 11.035,90 a R$ 13.064,99 para analistas, também de acordo com a área.

A comissão do concurso público, já constituída, tem como presidente o desembargador do trabalho Cesar Marques Carvalho.

No caso de técnico, já está confirmado que haverá oportunidades na área administrativa, que pede apenas ensino médio, com inicial de R$ 7.260,41, além de técnico nas áreas de segurança e enfermagem. No primeiro caso é necessário possuir carteira de habilitação “D”, com inicial de R$ 8.308,17 e para enfermagem, formação técnica, com R$ 7.260,41.

Para os analistas, o TRT oferecerá oportunidades para a área administrativa, que pede apenas nível superior em qualquer área, com inicial de R$ 11.345,90, além da área judiciária (com formação em direito e inicial de R$11.345,90) e oficial de justiça, também com formação em direito e inicial de R$13.064,99.

Seleção Anterior
O último concurso do tribunal ocorreu em 2014, quando foram oferecidas 77 oportunidades, sendo 74 para o cargo de analista judiciário –área apoio especializado – especialidade tecnologia da informação, uma para analista judiciário – área apoio especializado especialidade medicina –psiquiatria e duas para técnico judiciário – área apoio especializado –especialidade tecnologia da informação.

A banca organizadora, na ocasião, foi a Fundação Carlos Chagas.

Fonte: JC Concursos

Enem 2017 terá detectores de metal em todos os banheiros

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 vai utilizar 67 mil detectores de metal, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) . Segundo o instituto, o número garante que será feita a vistoria dos participantes na entrada e na saída de todos os banheiros dos locais de prova.

O Inep afirma que o número é proporcionalmente maior ao da edição passada, quando os detectores passaram a ser usados em todos os banheiros e não mais de forma aleatória, como ocorreu em 2014 e 2015.
“Com a ampliação dos detectores de metal e a estreia de duas novas tecnologias – os detectores de ponto eletrônico e a prova personalizada – o Enem 2017 terá a estrutura de segurança aprimorada em relação a 2016, fortalecendo a isonomia entre os participantes”, afirmou o Inep em nota.

Na conta do governo, o Enem 2017 terá um detector de metal para cada 100 participantes. Em 2016, a relação era de 110 participantes por detector. O Enem 2017 teve 6.731.256 inscrições confirmadas, 22% a menos que em 2016, quando foram 8.627.371 inscrições confirmadas e 78 mil detectores adotados.

Locação dos equipamentos

O Inep chegou a entrar na Justiça afirmando que era o dono dos detectores de metal usados pelo antigo consórcio contratato para aplicar a prova. Entretanto, em nota nesta terça-feira (10) o instituto anunciou ter fechado um acordo para alugar 35 mil detectores junto ao Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe).

“O consórcio aplicador de 2017, formado pela Fundação Cesgranrio, Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp) e Fundação Getúlio Vargas (FGV) fornecerá 32 mil detectores. O grupo tinha 29 mil aparelhos disponíveis e adquiriu mais três mil recentemente”, informou o Inep.

Segundo o Inep, cada detector de metal será alugado por R$ 20, o que representará um custo total de R$ 700 mil. O gasto com os alugueis não aumentará o custo final do Exame porque o valor já estava previsto no orçamento da segurança. O consórcio aplicador, com apoio do Exército Brasileiro, já iniciou a verificação dos aparelhos alugados. O trabalho deve ser encerrado até sexta-feira.

Além da ampliação no número de detectores de metal, o Inep diversificou a estratégia de segurança desta edição com a adoção, em caráter experimental, de detectores de ponto eletrônico. Os novos aparelhos serão distribuídos em locais estratégicos, selecionados pela Polícia Federal a partir de um trabalho de inteligência que vem sendo preparado desde a aplicação do Enem 2016, a partir de informações do Inep e do Ministério da Educação (MEC).
O novo aparelho é um receptor avançado de detecção de campo próximo, capaz de identificar a emissão de sinais em radiofrequência de WiFi, Bluetooth, celulares e transmissões ilegais. O Andre, da marca Rei, fornecido pelo grupo Berkana, detecta transmissões de radiofrequência independentemente de serem desconhecidas, ilegais, disruptivas ou de interferência. A solução foi uma recomendação da Polícia Federal visando a localização, de forma mais precisa e sem necessidade de busca pessoal, de aparelhos de transmissão muito pequenos e que, eventualmente, possam ter burlado a inspeção por meio dos detectores de metal. O uso do dispositivo é inspirado na estratégia de segurança do “vestibular” chinês, o Gaokao.

A prova personalizada, com os Cadernos de Questões identificados com nome e número de inscrição do participante, também inibe, significativamente, as tentativas de fraudes. Com o novo recurso, o participante não tem a opção de “mentir” sobre a cor da sua prova, uma vez que seu Cartão Resposta está vinculado ao Caderno de Questão personalizado. Outras medidas consolidadas em outras edições serão mantidas, caso da coleta do dado biométrico, lançada em 2016.

O objetivo do Inep ao ampliar os recursos de segurança é permitir que eles sejam cada vez mais especializados no combate às tentativas de fraudes, garantindo a isonomia do exame. A parceira com a Polícia Federal, e o trabalho de inteligência feito com cruzamento de dados e investigação, resultou na anulação dos resultados de 13 participantes das edições de 2015 e 2016. Os participantes que tentaram fraudar o Exame se beneficiando do uso de ponto eletrônico, por exemplo, além de terem os resultados cancelados e, consequentemente, perderem o direito às vagas no Ensino Superior, são indiciados por crime de fraude em certames de interesse público.

Fonte: G1

A Universidade de São Tomás, em Manila, nas Filipinas, prestou uma homenagem incrível para os professores da instituição ao formar com 17.011 pessoas a frase em inglês “Meu professor é meu herói”.

A foto aérea da frase é surpreendente! Além da homenagem referente ao Mês do Professor no país, a universidade tentou bater o recorde mundial de maior frase já escrita com pessoas.

O número de 17.011 participantes foi divulgado pelo site TomasinoWeb no Facebook e compartilhado pela instituição na rede social. O recorde, no entanto, ainda precisa ser certificado pelo Guinness.

Fonte: Catraca Livre

Planejamento retomará autorizações para concursos

Em entrevista concedida ao portal G1, o assessor especial do Ministério do Planejamento, Arnaldo Lima Junior, trouxe uma boa notícia para os concurseiros. Ele afirmou que a partir de 2019 serão retomadas as autorizações para diversos concursos públicos federais.

A informação vem para animar milhares de concurseiros que sonham ingressar no funcionalismo público. Apesar de parecer que há muito tempo pela frente, esta é a grande oportunidade para intensificar os estudos.

Segundo o assessor, o motivo principal para tal medida é o grande índice de aposentadorias previstas para os próximos anos. Os dados apontam que até 2027 o serviço federal perderá cerca de 40% dos servidores, por conta das aposentadorias. Foi então que ele declarou que os futuros processos seletivos serão para diversas instituições e áreas: “Todas as áreas vão voltar a ter concursos [de 2019 em diante]”.

Os órgãos com situação mais crítica, com maior porcentagem de aposentadorias, são os seguintes: Comandos Militares (66%), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA (61,5%), Saúde, Previdência e Trabalho (59,3%), Ministério da Fazenda (48,3%) e Instituto Nacional do Seguro Social – INSS (42,4%).

Defasagem de servidores

Dados de abril deste ano mostram que o país tem um total de 232.781 postos vagos e 552.723 posições preenchidas. Ou seja, aproximadamente 30% das vagas do funcionalismo federal se encontram em aberto.

O déficit de funcionários atinge a Receita Federal do Brasil (RFB), Ministério do Trabalho, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério da Fazenda, INSS, MAPA, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Ministério do Meio Ambiente (MMA), Instituto Chico Mendes, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), entre tantos outros órgãos.

Pedidos de concursos federais

Tramita no Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG) dezenas de pedidos de concurso que somam milhares de vagas de diversos níveis de escolaridade. As ofertas estão distribuídas entre o Ministério da Fazenda, Ibama, DNIT, RFB, Ministério do Trabalho etc.

Fonte: JC Concusos